Será um dos maiores erros estratégicos se, nas próximas horas, o exército israelense cruzar a fronteira libanesa para seguir a suposta "caça ao Hezbollah ". O ataque tornará ainda mais volátil a região, que anda bem agitada com as incursões israelenses em Gaza, a guerra civil em andamento no Iraque e a questão nuclear iraniana. Uma ação militar, que como já foi dito pelo presidente do Líbano, Emil Lahoud, terá resposta do exército nacional, contribuirá para um enfraquecimento do gabinete libanês, abrindo espaço para transformar o que era a única democracia em funcionamento pleno do mundo árabe em terreno fértil para um crescimento dos islamitas no país. Muitos libaneses cristãos lembram com saudades os tempos das Falanges Cristãs. Não há sinal aparente de uma divisão do país, mas o terreno está quase pronto e arado. Israel pode estar criando mais um inimigo ferrenho no seu quintal.



Escrito por Filipe Barini às 05h15
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