Tehran by night.



Escrito por Filipe Barini às 03h52
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Agora chega, estou assistindo a Lost.

Escrito por Filipe Barini às 03h50
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É um absurdo a tal da Richtoffen aguardar julgamento em liberdade. Assassina confessa deveria ficar na cadeia, como ficam todos aqueles que não possuem dinheiro suficiente para um advogado que leve o processo direto ao STJ...

Escrito por Filipe Barini às 03h49
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Torre Azadi, na praça Azadi, em Teerã. Foi construída nos anos 70 pelo Xá Mohammad Reza Pahlevi, em comemoração aos 2500 anos do Império Persa. Originalmente chamada de Torre dos Reis, após a Revolução recebeu o nome Azadi, que em persa significa "liberdade". É o símbolo da capital iraniana e um dos marcos do país.



Escrito por Filipe Barini às 21h43
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Pra quem tem tempo, existe um livro bom sobre os Mujahedeen. Chama "MOUDJAHIDINES DU PEUPLE: LA RESISTANCE AUX AYATOLLAHS", de Mehdi Abrishamtchi. Engenheiro químico de formação, participou ativamente da Revolução de 22 de Bahman, mas passou à oposição, sendo um dos líderes do Conselho Nacional da Resistência Iraniana, braço político de maior poder de oposição. Mehdi conhece bem os meandros dos Mujahedeen, tendo participado de ações no passado.

No site Iran Focus, tem uma resenha sobre a obra, clique aqui. O site é de oposição ao governo iraniano.



Escrito por Filipe Barini às 21h31
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Interessante como a mídia por vezes deixa escapar detalhes importantes em notícias que parecem ser banais. Hoje, por exemplo, na série de ataques diários no Iraque ocupado, onze pessoas morreram após um ataque a um ônibus perto de Bagdá. Pareceria mais um episódio da trágica crônica de guerra no Iraque, se não fosse por um detalhe: as pessoas eram trabalhadores de uma base dos Mujahedeen-é-Khalgh, o mais ferrenho grupo oposicionista iraniano em atividade hoje. Em tradução livre, são os "guerreiros do povo".

A história deles é interessante: nos primórdios da revolução, mesmo antes da "sexta-feira negra" de 1978, estes guerreiros brigavam contra o Xá (Muhammad Reza Pahlevi) e mantinham laços fortes com o então (até hoje) banido Tudeh, o partido comunista iraniano, um dos mais influentes no Oriente Médio, ao lado de seu "camarada" iraquiano. Contudo, após a revolução e início da guerra contra o Iraque, houve um recrudescimento por parte do regime islâmico. Um dos primeiros atingidos foram justamente os Mujahedeen, logo banidos por fazerem oposição ao caráter extremista do período Khomeini. Exilados no Iraque e na Europa, volta e meia conseguiam fazer algum atentado na fronteira, sem sucesso.

Se não me engano, em 2004 a União Européia, buscando uma aproximação política com o então presidente Mohammad Khatami, declarou o grupo como "Organização Terrorista". Vocês devem se lembrar de cenas de pessoas se incendiando em frente às embaixads iranianas, como forma de protesto. Mas nada mudou.

Este atentado de hoje deveria servir de alerta aos tão espertos falcões americanos: a Vevak (Ministério da Inteligência) já entrou no Iraque e está conseguindo atingir seus objetivos mais imediatos: por ora, calar a oposição e, politicamente, construir laços políticos como novo regime iraquiano. Os homens de Qom fizeram a primeira jogada séria no tabuleiro de xadrez que é a política do Shatt-el-Arab. Resta saber qual será o movimento americano e de que modo se dará.

 



Escrito por Filipe Barini às 21h24
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Mais uma vez lembrando: não, não tenho problemas de insônia, os posts estão no horário de Teerã (+7:30).

Por que isso? Sei lá. Por que você usa roupa de baixo de uma cor um dia e de outra cor no outro?



Escrito por Filipe Barini às 04h55
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Vocês já leram "Pornô", do Irvine Welsh? Pois deveriam: é a seqüência do clássico pop dos anos 90, "Trainspotting". Acabei de ler há umas duas semanas e as páginas ainda estão vívidas como ontem. Aliás, sabe quando o filme ou o livro acaba e você fica triste porque era muito bom? Foi assim com "Pornô".

Resumo em velocidade 45 rotações (ialá, quem não lembra dos vinis vai boiar nessa): Dez anos depois de "Trainspotting", vemos como os personagens se deram. Sick Boy virou dono de um pub ali mesmo em Leith, mas quer mexer com o negócio de pornografia. Begbie, após cumprir pena de alguns anos por assassinato, sai em busca de Renton, que roubou o dinheiro dele e de Sick Boy. Rents, por sua vez, está do outro lado do Canal da Mancha, em Amsterdã. Spud continua o Spud e Dianne estuda psicologia na universidade. O resto? Leiam!! Li em inglês, não sei como está a tradução, dêem uma olhada.

Pra quem se interessou, vá até sua livraria preferida ou compre pela internet, o link está aqui.

Quero saber de uma só coisa agora: vai rolar filme? Se rolar, advinha qual é o meu palpite para interpretar Begbie:

Robert Carlyle RULES!!



Escrito por Filipe Barini às 04h53
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Não sei qual o valor de um show desses. Mesmo uma gravação seria excelente, sem preço!!

Imaginem só...



Escrito por Filipe Barini às 04h46
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Enfim, veio a inspiração para escrever enquanto assisto a um dos desenhos mais ácidos da história, "Família da Pesada"("Family Guy"), na Fox. Costumo chamá-lo de uma versão sem cortes dos Simpsons, ou Simpsons feito especialmente para aquela faixa [adult swim], no Cartoon Network. As piadas são por vezes violentas, tudo com um senso crítico à sociedade americana atual. Depois falarei mais sobre ele. Por ora, vamos aos petardos do dia:

- Comecei a ler um livro fantástico: chama "American Theocracy", escrito pelo analista político Kevin Phillips. Pra quem não conhece, ele é jornalista das antigas em DC. Trabalhou com os republicanos desde os anos 70, quando participou da campanha de Nixon à presidência. Mas Phillips é da ala anti-Bush do partido republicano. Sim, também existem cisões na terra do vindouro Starbucks. Ele é dos que não trazem o gene católico-teocrático na veia política, tal qual Kissinger, Ford e mesmo Nixon. Na obra, que é uma seqüência do seu best seller "American Dinasty" (depois falo sobre isso), analisa as origens do pensamento católico radical na política e a própria relação dos EUA com o petróleo e regimes autoritários do Oriente Médio. Em suma: é perfeito para minha monografia e meu projeto de mestrado. É um pouco arrastado, mas prometo que até a próxima semana trago uma resenha sobre ele.

- Tantos correspondentes brasileiros indo ao Irã. Ao mesmo tempo que fico feliz pela quantidade de informações sobre esse país que me fascina tal qual a vida, cai sobre mim uma certa invejinha, rsss...

- Pelos boatos que correm aqui no Rio, Crivella não vai tentar o governo estadual, deixando o caminho livre para Sérgio Cabral disputar com Denise Frossard, que anda de conversas sérias com César Maia. Em tempo: o prefeito(?) quer porque quer emplacar seu filho na vaga fluminense no Senado Federal.

- Vejam X-Men 3. É fantástico.



Escrito por Filipe Barini às 04h35
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